Nem universal, nem neutra: a crítica de Iris Young à cidadania liberal que exclui mulheres

Autores

  • Marisa Eduarda de Souza Carvalho Universidade Estadual do Oeste do Paraná (UNIOESTE)
  • Osmir Dombrowski Universidade Estadual do Oeste do Paraná (UNIOESTE)

Palavras-chave:

cidadania, universalidade, imparcialidade, direitos humanos

Resumo

O artigo discute os limites da cidadania liberal a partir da crítica feminista ao ideal de imparcialidade, analisando como a noção moderna de cidadania exclui as mulheres da esfera pública. O objetivo é refletir sobre a cidadania enquanto categoria histórica atravessada por gênero, evidenciando suas insuficiências para garantir participação e reconhecimento. A análise fundamenta-se em revisão teórica de T. H. Marshall, Hannah Arendt, Iris Marion Young e autores afins. Conclui-se que a cidadania democrática exige o reconhecimento da diferença e a incorporação das experiências das mulheres como dimensão constitutiva do espaço público.

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Biografia do Autor

Marisa Eduarda de Souza Carvalho, Universidade Estadual do Oeste do Paraná (UNIOESTE)

Psicóloga, discente do Programa de Pós-graduação em Serviço Social da Universidade Estadual do Oeste do
Paraná - Campus de Toledo, Paraná/Brasil. 

Osmir Dombrowski, Universidade Estadual do Oeste do Paraná (UNIOESTE)

Cientista Político, docente pesquisador do Programa de Pós-graduação em Serviço Social da Universidade
Estadual do Oeste do Paraná – Campus de Toledo, Paraná/Brasil, Doutor. 

Referências

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Publicado

2026-06-09