Primazia normativa do acolhimento familiar e reconfiguração do Estado: limites da substituição do acolhimento institucional

Autores/as

  • Ana Beatriz Rodrigues Dattoli Universidade Estadual de Lodrina (UEL)
  • Angelisa Flavia Pilati Universidade Filadelfia
  • João Vitor Oliveira Maldonado Universidade Estadual de Londrina
  • Rafaela Mello Cardamoni Universidade Estadual de Lodrina

Palabras clave:

acolhimento institucional, família acolhedora, política social, responsabilidade estatal, desresponsbilização

Resumen

Este artigo analisa a primazia normativa do acolhimento familiar no Brasil à luz das transformações contemporâneas do Estado e da política social. Parte-se do problema da leitura que apresenta o serviço de família acolhedora como solução para as fragilidades do acolhimento institucional. Por meio de pesquisa bibliográfica e análise documental do ECA, das Orientações Técnicas e de diretrizes internacionais, examinam-se os fundamentos normativos da priorização familiar e as condições materiais de implementação das modalidades. Conclui- se que a institucionalização não é ontologicamente fracassada, mas historicamente precarizada, exigindo fortalecimento estatal de ambas as formas de acolhimento.

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Biografía del autor/a

Ana Beatriz Rodrigues Dattoli, Universidade Estadual de Lodrina (UEL)

Assistente Social, Mestranda pelo Programa de Pós Graduação em Serviço Social e Política Social da
Universidade Estadual de Lodrina

Angelisa Flavia Pilati, Universidade Filadelfia

Estudante do curso de Graduação em Psicologia da Universidade Filadelfia

João Vitor Oliveira Maldonado, Universidade Estadual de Londrina

Psicólogo, Mestre em Análise do Comportamento pela Universidade Estadual de Londrina

Rafaela Mello Cardamoni, Universidade Estadual de Lodrina

Assistente Social, Mestranda pelo Programa de Pós Graduação em Serviço Social e Política Social da
Universidade Estadual de Lodrina

Citas

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Publicado

2026-06-09